Terapia de Rua

Em busca de qualidade de vida, cada vez mais pessoas tem aderido às corridas de rua. Conheça algumas histórias de quem pratica essa atividade!

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Muito mais do que movimentar o corpo a corrida de rua provoca transformações profundas na vida de seus praticantes. Corpo saudável, mente sã, companheirismo e autoconfiança fazem parte dos relatos de mulheres que descobriram na pratica uma válvula de escape dos problemas.

Já se tornou comum encontrar grupos de corredores pelas ruas de Campo Grande, principalmente à noite. A agitação nas pistas de algumas vias também sugerem a mudança de comportamento dos campograndeses, que começa a dar preferência aos espaços dedicados a esportes e a qualidade de vida.

Confirmando essa tendência as provas de rua vêm ocorrendo com cada vez mais participantes e maior frequência, formando um calendário intenso na cidade.

As justificativas para o crescimento dessa pratica são muitas, e entre elas o baixo custo de investimento e possibilidades de correr sozinho ou em grupo. Para, além disso, os fãs do atletismo defendem que a corrida é um vício do bem, que traz vantagem para o corpo e para a alma.

Um desses benefícios é o encontro com outras pessoas. Com a filosofia de que “juntos somos mais fortes”.

Fórmula perfeita

A vendedora Michele França sempre gostou de praticar esportes. Porém, o trabalho, a faculdade e a chegada dos filhos fizeram com que ela se afastasse. “Até que um momento delicado da minha vida, em que estava me sentindo perdida e com baixo autoestima, resolveu começar uma mudança com a ajuda de umas amigas, comecei a correr e as mudanças vieram, muito maiores do que eu esperava”, relata.

“Eu costumo dizer que a corrida me tornou uma super-heroína, mudou a minha mente e meu corpo”, contou.

A insegurança que tomava conta de Michele se tornou em autoconfiança e o momento da corrida passou a ser o refugio.

Remédio contra a depressão

Em janeiro de 2016, a vida de Ana Paula Roloff começou a mudar sem ela saber, com algumas amigas encontraram uma equipe de corrida, ela decidiu acompanha-las, mas apenas por um companheirismo. No entanto foi só participar da primeira prova que a história mudou e ela se viu apaixonada pelo esporte.

Além das amizades que fez no grupo Ana tem ainda outros motivos para reverenciar a prática. “A corrida me tirou da depressão. Hoje me sinto mais animada. Mesmo diante das dificuldades cotidianas, a corrida eleva meu humor quando estou meio baixo astral. Aí já chamo as amigas para um treino e pronto, fico renovada”, disse.

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